
Faz 10 anos que Eduardo Catroga deu uma
longa entrevista em que apontava o dedo ao modelo de privatizações que
estava em curso, defendendo que o Estado nunca deveria reduzir a sua
participação em empresas estratégicas, como EDP, REN, Galp Energia e PT,
abaixo dos 35%. E durante anos foi um acérrimo defensor dos centros de
decisão nacionais, tendo inclusivamente participado no famoso Manifesto
dos 40, que nasceu em 2002 pela mão de vários influentes economistas e
gestores do país. E hoje? Será que ainda pensa assim?
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