domingo, 6 de novembro de 2011

Funcionarios públicos

Com uma base maior do que a Troika preconizava e uma folga de quatro mil milhões de euros, José Seguro, acredita que há margem financeira para propor que apenas seja cortado no próximo ano um dos subsídio de férias ou de Natal aos funcionários públicos e pensionistas. Embora admitindo estar aberto para o dialogo, tanto Miguel Relvas como  Passos Coelho, parecem irredutíveis relativamente a tal alteração já que ela pode afectar os 4,5% do deficit admitidos como limite para o corrente ano. Uma coisa é certa o odioso da questão está nas mãos de Passos Coelho. Para animar o debate Cavaco Silva parece afinar pelo mesmo diapasão. Isto é, ciente de que estas medidas trazem algum risco de conflitualidade social, importaria mais prevenir do que remediar. A Deloitte dizia ontem que muitos portugueses vão pagar mais IRS em 2011 do que em 2012, mesmo com os limites à dedução de despesas com educação ou saúde previstas no Orçamento para 2012, de acordo com os cálculos da consultora Deloitte. Quem é que está à frente do Ministério?

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